quarta-feira, 5 de agosto de 2015

CONFERÊNCIA VINHA / AMAV - 2015

O tema da Conferência á A igreja irresistível mostrará como a sua igreja pode ser usada por Deus de maneiras incríveis, apropriando-se dos dons e do amor prático de cada irmão,a ser um instrumento de Deus, para ser uma igreja que o céu aplaude ─ Isto inclui maneiras de incentivar o amor pela comunidade, de desenvolver uma cultura de serviço, de transformar visitantes em frequentadores regulares e muito mais. O foco, das ministrações , não está nos programas, mas em ser uma igreja que Deus não pode deixar de abençoar. Quando uma igreja assim tem fome da presença de Deus, promove relacionamentos saudáveis e conecta todos os recursos a sua disposição para a missão de salvar o perdido e fazer o cristão crescer, então ela se torna vibrante e irresistível para Deus ─ e para as pessoas. Não importa o tamanho do orçamento ou da congregação, qualquer igreja pode desenvolver as características biblicas e se tornar-se Uma Igreja irresistível! Venha ser desafiado e encorajado a juntos edificarmos

segunda-feira, 23 de abril de 2012

ATITUDES DO VENCEDOR

1-Assumir responsabilidade pelo meu sucesso ou meu fracasso a- IL John e consultores de hotel. Não existem bons ramos de trabalhos, e sim bons lideres. Se ele for bom, pode ser até engraxate terá sucesso. Il engraxate do presidente. A.Anonimos: “Assumir seu fracasso(sou alcoólatra) é o primeiro passo p/ o sucesso. Cidade é difícil. Ex. Jesus e Jerusalém. Ex. Wesley e a Inglaterra. Bruce Shelley: “Nas primeiras décadas do séc XVIII, a Inglaterra era o local menos provável para um avivamento vital de fé”.: “Nunca surgiu na Inglaterra cristã um século de tanta falta de fé”. Ex. Lutero Não é o tamanho da cidade, e sim o tamanho do lider b- Nossas derrotas pessoais tem haver conosco. - Meu pai é culpado, pela minha vida. IL Efeito borboleta. Vida determinada pelas circunstancias. “Não pode controlar suas circunstancias, mas pode escolher sua atitude”. Dificuldades nos destroem ou nos constroem Ex. Filho morre de cancer. Um entra em depressão. Outro abre uma casa p/ cuidar de crianças c/ câncer. Ex. Volta da guerra. entra em depressão, outro vira político. IL Tijolos Diante das mesmas circunstancias atitudes diferentes. IL assassino de A.Linclon 2- Não aceite desculpas a- IL Eu tenho carro, sem trabalhar. Paulo... Diante disso você pode: Lamber ferida ou pegar o boi pelo chifre. Mais dificuldades mais gostoso. IL Devanil Ex. Jesus e lazaro. Qual é melhor curar um doente ou ressuscitar um morto? IL Alan. Ex. Tailine Ex. Eu conquistando a Dani. IL Eu estudando em Goiânia. Não aceite desculpas de ninguém: Suas nem dos outros. b- Mas você não sabe os problemas que eu enfrentei. Os maiores homens vieram de circunstancias dificílimas Demóstenes. Betoven. Profeta filho de prostituta. Davi. Ex. Jesus e a figueira. Provérbio árabe: “Quem quer fazer alguma coisa encontra um meio. Quem não quer fazer nada encontra uma desculpa”. IL Se vira nos trinta 3- Resolva os problemas a- Sempre procuramos um culpado p/ o problema, Jesus procura resolvedores de problema IL Cego (jo 9). IL Eu e o carro do meu pai Derrotados procuram um culpado, vencedores procuram uma solução. Ex. Vaso de porcelana. Resolva o problema. Quebrou o vaso. b- IL mãe do Aluízio. Só tinha arroz... Mas muitos nessa hora: “Ah! Filho não temos nada... IL Tamiris e os convites c-entendendo isso não vai reclamar, não vai desanimar vai agir. Ex. Célula ruim. Posso reclamar, fico mal, ou: Vou dar um jeito. IL T. Edison. Laboratório em chamas. Problema é maior, maior a vitória. Se Davi vencesse outro garoto, não seria Davi

terça-feira, 18 de outubro de 2011

5 passos para acabar com reuniões improdutivas


Planejamento, condução e acompanhamento são etapas fundamentais para acabar com desperdício de tempo, diz consultor.
Reuniões longas, enfadonhas e pouco produtivas são uma perigosa fonte de desperdício de tempo em qualquer negócio, principalmente os de pequeno porte, em que os recursos são escassos e cada minuto é valioso.
egundo o especialista em produtividade Christian Barbosa, o segredo para ter reuniões mais eficientes está no cumprimento de três etapas: planejamento, condução e acompanhamento. “Tem gente que se preocupa com a etapa do meio e esquece as outras”, diz.

Confira, a seguir, dicas do consultor para acabar com as reuniões improdutivas:

1. Evite tratar de muitos assuntos

Ao definir a pauta da reunião, evite incluir itens demasiados. Pode parecer prático, à primeira vista, matar vários coelhos com uma cajadada só, mas na prática isso comprometerá o rendimento da conversa e prejudicará o andamento da reunião. “Quando os assuntos são muito díspares, acabam gerando conversas paralelas e desviando o foco”, diz Barbosa.

2. Defina um objetivo

Em vez de formular a proposta da reunião em temas, procure definir objetivos que deverão ser alcançados ao fim da conversa. “Defina uma ou duas questões devem ser resolvidas quando a reunião terminar”, explica o consultor. Desta forma, é mais fácil conduzir a conversa para o desfecho desejado e evitar divagações.

3. Nomeie um condutor

Em geral, as reuniões são conduzidas por várias pessoas, de acordo com o tema discutido no momento. Conforme o assunto tratado, a liderança temporária passa a um interlocutor diferente. Segundo Barbosa, este não é o arranjo ideal. “Não tem alguém que controla a pauta e o horário, que mantém o foco. Para isso, é necessário designar um condutor”, destaca o especialista.
4. Use o relógio

Um dos papéis do condutor é controlar o tempo da reunião, marcando o ritmo da conversa e evitando que a discussão de cada tópico se estenda além do desejado. “O ideal é que não ultrapasse duas horas. Mais do que isso, as pessoas perdem atenção”, diz Barbosa. O especialista recomenda manter um cronometro visível para todos participantes, assim todos ficam cientes do tempo que ainda resta para a conclusão.

5. Faça um acompanhamento

Após o fim da reunião, as decisões tomadas e as tarefas designadas a cada participante devem ser enviadas por e-mail a todos. “Não precisa ser uma ata formal, um simples e-mail com os tópicos discutidos e os próximos passos de cada um é suficiente”, explica o consultor. Estabeleça datas para a realização de cada tarefa para que se possa verificar posteriormente se o que foi combinado está sendo cumprido por todos os envolvidos.

By revista exame

sábado, 28 de maio de 2011

Vale a pena assitir

Segue abaixo o video do Senador defendendo os principios de Deus.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Não a competição santa

Muitos argumentam que uma competição santa pode ajudar o reino de Deus a crescer. O problema é que o espírito de competição não está de acordo com o Espírito de Cristo. De nada adianta levar a igreja a crescer se as pessoas continuarem com o espírito do mundo. Saul é um exemplo de alguém que se deixou levar pelo espírito de competição. E o resultado é que, por causa disso, um espírito maligno entrou em sua vida.

O resultado da competição

Mas qual o problema de permitir o espírito de competição dentro da igreja? O importante são os resultados? Não! Para Deus, a maneira como alcançamos algo é tão importante quanto os resultados.
O primeiro problema da competição é que ela faz surgir a inveja, que é do diabo, mas a admiração é de Deus.

A segunda consequência é que a competição produz sectarismo, uma vez que separa os irmãos em vez de uni-los. Tiago 3.16 diz que, onde há inveja e sentimento faccioso, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins.

Em terceiro lugar, a competição produz o orgulho de se achar melhor. Sempre haverá um grupo que se acha melhor que os demais e evidencia que eles possuem os resultados superiores. Não se espera que os que vendem uma competição sejam humildes, pois eles se vangloriam em suas próprias habilidades. No meio de uma competição não se vê generosidade ou bondade, mas cada um busca intensamente seus próprios objetivos.

O espírito de competição não produz os frutos do Espírito. Na verdade, os frutos do Espírito são incompatíveis com uma competição, pois ela produz provocação, difamações, suspeitas malignas dos irmãos, dolo, engano e contendas.

Motivação encorajadora

O padrão de Deus está em Filipenses 2.3-7. Nesse texto, temos a descrição do Espírito de Cristo, que é completamente oposto ao espírito de competição.

“Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo. Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qual também para o que é dos outros. De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo…” (Fp 2.3-7).

Como podemos motivar os irmãos sem levá-los a competir uns com os outros? A competição não é a forma bíblica de levar os irmãos a avançarem. A maneira correta é a motivação encorajadora. Precisamos ser motivados pelo testemunho do outro que nos encoraja.

Espero tê-lo encorajado com esse texto.

By Pr. Aluisio

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Por Que devemos entregar o Dizimo

Dízimo

A palavra “dízimo” significa a décima parte de alguma coisa. Dez por cento de tudo o que nos vem às mãos deve ser entregue ao Senhor, uma vez que o dízimo é santo, ou seja, separado exclusivamente para Deus.

“No tocante às dízimas do gado e do rebanho, de tudo o que passar debaixo do bordão do pastor, o dízimo será santo ao SENHOR” (Lv 27.32).

Os dízimos e as ofertas pertencem a Deus. Se você deixa de entregá-los você está roubando a Deus. Se roubar a homens traz maldição, imagine roubar a Deus?

“Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós, a nação toda” (Ml 3.8-9).

O dízimo é diferente da oferta. Dízimo é dar dez por cento do meu salário, mas a oferta é qualquer coisa que eu dou além do meu dízimo. O dízimo é para proteção contra o devorador, enquanto a oferta é para prosperidade.

“Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos” (Ml 3.11).

O dízimo mostra nossa fidelidade, mas nossa oferta demonstra o nosso amor. O dízimo é lei, mas a oferta é amor. Portanto, a oferta deveria ser maior que o dízimo. O dízimo não é uma semente, mas as ofertas são sementes. A palavra de Deus diz que aquele que semeia com fartura colherá com abundância.

“E isto afirmo: aquele que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia com fartura com abundância também ceifará” (2 Co 9.6).

Porque devo entregar o meu dízimo?

1. Porque Deus ordena
“Também todas as dízimas da terra, tanto dos cereais do campo como dos frutos das árvores, são do Senhor; santas são ao Senhor” (Lv 27.30).

2. Porque Jesus era dizimista - Ele disse que veio cumprir a lei, logo ele foi dizimista. E se ele foi, nós também devemos ser. “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas!” (Mt 23.23).

3. O dízimo me lembra que tudo o que tenho me foi dado por Deus - “Antes, te lembrarás do Senhor, teu Deus, porque é ele o que te dá força para adquirires riquezas; para confirmar a sua aliança, que, sob juramento, prometeu a teus pais, como hoje se vê” (Dt 8.18).

4. O dízimo expressa minha gratidão a Deus - “Cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a bênção que o Senhor, seu Deus, lhe houver concedido” (Dt 16.17).

5. Deixar de dar o dízimo é roubar a Deus - “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós, a nação toda” (Ml 3.8-9).

6. O dízimo libera bênção sem medida da parte de Deus - “Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida” (Ml 3.10).

7. O dízimo é proteção contra o diabo - “ Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o Senhor dos Exércitos” (Ml 3.11).

Desculpas mais comuns para não entregar o dízimo

1. O dinheiro é meu, eu ganhei.
É comum a idéia de que temos completa autoridade sobre nossos bens. Mas a realidade é bem diferente. “Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém...” (Sl 24.1). Tudo o que temos vem do Senhor e somente indiretamente procede de nosso trabalho (1Cr 29.14).

Os nossos bens nos pertencem da mesma forma que o quarto de nosso filho pertence a ele. Na verdade pertence aos pais que deram temporariamente o quarto ao filho. Isso é muito mais verdadeiro ainda em relação a nós que fomos comprados pelo sangue de Jesus (1Co 5.20).

2. Minha oferta é algo entre eu e Deus e ninguém mais.
Muitos cristãos pensam que sua oferta é uma questão privada que somente Deus pode saber. Eles usam o texto de Mateus 6 como justificativa: “Não saiba a sua mão direita o que a faz a esquerda”. Mas as palavras de Jesus aqui estão relacionadas com a motivação do coração, não com a privacidade.

Sempre que alguém insiste muito na privacidade é porque tem algo a esconder. É a vontade de Deus que prestemos contas uns aos outros de nossa fidelidade como discípulos. Ofertar é uma questão que envolve você, Deus e os irmãos também.

3. Deus ama a quem dá com alegria, como eu não me sinto alegre eu não dou de forma alguma.
Deus ama a quem dá com alegria (2Co 9.7). Mas isso não significa que você precisa esperar até se sentir suficientemente alegre. A obediência não depende de sentimento. A alegria normalmente vem durante ou depois de ofertarmos. Nós devemos aspirar a ser grandes doadores e a melhor maneira de cultivar a alegria de dar é dando.

4. Eu não confio na honestidade dos pastores e líderes, por isso não contribuo.
Antes de tudo, precisamos entender que não damos para a igreja, damos para o Senhor. É verdade que damos ao Senhor através da igreja, mas não contribuímos como se fosse pagamento de mensalidade de membros de um clube.

Além disso, quem é você para julgar as motivações da sua liderança? (Mt 7.1-2). Será que nossos líderes necessitam de se arrepender ou será que nós precisamos nos arrepender de nossa atitude?

5. Eu gostaria de ofertar, mas eu não tenho o suficiente.
Ofertar pode ser um luxo para o rico, mas é um privilégio para o pobre. Muitos dizem que não podem dar, mas o que eles querem realmente dizer é que não podem dar confortavelmente.

6. Eu estou cheio de dívidas. Não posso ofertar agora.
Você tem uma obrigação não somente para com os seus credores, mas antes de tudo para com Deus. Especificamente a Bíblia nos ensina a dar ao Senhor as primícias, ou seja, o melhor de nossa renda (Pv 3.9).

O nosso primeiro cheque deve ser para Deus e ninguém mais. Nós nos receiamos de dar porque nos sentimos inseguros, mas aquele que não poupou o seu próprio Filho, não nos negará coisa alguma (Rm 8.32), antes nos suprirá em todas as nossas necessidades (Fp 4.19).

7. Eu quero ofertar, mas agora o meu orçamento está muito apertado.
Alguns dos maiores exemplos de generosidade na Bíblia são de pessoas pobres (Lc 21.1-4 e 2 Co 8.1-2). O receio e a insegurança não são motivos para deixarmos de ofertar. O Senhor sabe do que necessitamos e ele prometeu nos suprir (Mt 6.32).

Se você esperar até se sentir seguro para ofertar pode ser que esse dia nunca chegue. A provisão de Deus somente vem depois que ofertamos (2Co 9.6-11). É assim que a fé funciona. Faça prova de Deus (Ml 3.10).

8. Eu sou um jovem (ou adolescente) e tudo o que tenho é uma mesada dos meus pais.
A época de estudante é notoriamente um tempo difícil em nossas vidas. O estudante normalmente não tem dinheiro, mas nem por isso deve se eximir de ofertar.

A Bíblia ensina que ofertar é privilégio e responsabilidade de todos os filhos de Deus independe de idade ou renda. Ironicamente o milagre da multiplicação foi possível porque um garoto resolveu ofertar o seu lanche ao Senhor (Jo 6.9).

9. Eu sou pobre. A responsabilidade de ofertar é dos ricos.
Como eu disse, muitos exemplos bíblicos de generosidade são de pessoas pobres. (Lc 21.1-4 e 2Co 8.1-6). Como pode ser isso? Eles foram transformados pelo evangelho de Jesus Cristo. Eles sabem que Deus tem se agradado em conceder-lhes o reino (Lc 12.32-34).

10. O dízimo não se aplica aos cristãos hoje, isso era para Israel no Velho Testamento.
É interessante que o dízimo seja uma parte tão importante do Velho Testamento, mas seja tão pouco mencionado no Novo Testamento. A partir desse fato alguns podem concluir que Deus não mais requer o dízimo do seu povo. Isso é um engano.

Orientações práticas

- Deus não empresta o dízimo para ninguém. Quem conhece a verdade e deixa de entregar o dízimo está debaixo da maldição de roubar a Deus.
- Existe um envelope especial que você deve usar para entregar o seu dízimo.
- Não toque trombeta quando você der oferta na Casa de Deus. Se você procura a glória de homens, esta será a sua recompensa.
- Procure não vir de mãos vazias para o culto a Deus. Nós tiramos ofertas em todos os cultos. Traga a sua oferta.

“Três vezes no ano, todo varão entre ti aparecerá perante o SENHOR, teu Deus, no lugar que escolher, na Festa dos Pães Asmos, e na Festa das Semanas, e na Festa dos Tabernáculos; porém não aparecerá de mãos vazias perante o SENHOR; cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a bênção que o SENHOR, seu Deus, lhe houver concedido” (Dt 16.16-17)

Pr. Aluízio A. Silva

terça-feira, 22 de março de 2011

Campanha 21 Dias de Avivamento Pessoal

A paz amados segue o link abaixo da campanha do 1º Semestre...
http://www.youtube.com/watch?v=l3GDOC5qdU4....